TIPOS DE VINHOS: CONHEÇA E SAIBA DIFERENCIAR AS PRINCIPAIS SAFRAS E EDIÇÕES

Tinto, branco, rose, seco e mais para conhecer e saborear


No primeiro domingo do mês de junho é comemorado o DIA DO VINHO, bebida alcoólica produzida por fermentação do sumo de uva e muito consumida pelos brasileiros, por ser bem saborosa e possuir diversas classificações. Mas você conhece e sabe diferenciar as principais safras e edições? Para ficar por dentro e ter uma melhor experiência ao degustar seu próximo vinho, confira abaixo os tipos de vinho e escolha os melhores produtos para abrir e manter preservada as características originais da bebida por muito mais tempo!


VINHO TINTO


Resultante da extração de uvas tintas, o vinho tinto é um vinho de coloração vermelha, que provém do processo chamado de maceração feito com as cascas das uvas. Possui níveis consideráveis de tanino, composto natural gerado por várias plantas, que serve como mecanismo de defesa para frutas, folhas e sementes antes do amadurecimento completo, e é um dos vinhos mais consumidos no mundo todo. Pode variar do leve ao extremamente encorpado e combina também com opções variadas de comidas, desde entradas e massas, até carnes, queijos e peixes.


VINHO ROSE


Como característica marcante, o vinho rose apresenta grande leveza e frescor. Possui um toque frutado, bastante presente em vinhos brancos e é a cara do verão! Diferente dos outros vinhos, ele pode ser produzido por três métodos: o tradicional, também conhecido como maceração curta, o corte de vinho e a sangria.


A MACERAÇÃO CURTA começa de forma semelhante à produção de vinhos tintos, deixando o sumo das uvas que não tenham passado pelo processo de fermentação (mosto) em contato com as cascas por um período, até que a coloração desejada seja alcançada. Em seguida, o sumo segue para o processo de decantação e fermentação, para posteriormente e finalmente, seguir para o processo de vinificação.


Já a técnica de CORTE DE VINHO consiste em uma mescla de vinhos brancos e tintos já vinificados. Essa união de duas ou mais variedades não é aprovada pelos franceses, pois o resultado não é muito satisfatório para um bom apreciador. Mas, é um método utilizado em diversos países, apesar de em algumas regiões, ser proibido por lei.


E a SANGRIA é o método produzido durante a elaboração dos vinhos tintos: uma parte do mosto é retirado do tanque antes do processo de fermentação e transferido para outro tanque para finalização do processo. Os vinhos roses macerados dessa forma possuem aromas e sabores mais concentrados e qualidade um pouco inferior comparado ao vinho produzido pela maceração curta.


Na hora de harmonizá-lo com outros pratos é muito fácil, já que ele combina muito bem com uma grande variedade de saladas e frutos do mar, principalmente porque deve ser servido a uma temperatura em torno de 8°C.


VINHO SECO


A principal característica do vinho seco é a baixa quantidade de açúcar presente na bebida. Apresenta um sabor bruto e por ser de uma safra mais nobre, as uvas são viníferas, próprias para a fabricação de vinhos, o que garante esse teor mais baixo de açúcar.


Para apreciar o vinho seco, é necessário que a bebida tenha contato com áreas diferentes da boca para aguçar o paladar e diminuir notas características da bebida, e a taça é fundamental para proporcionar o contato do líquido com todas as papilas gustativas na boca e na língua.


O processo de fermentação do vinho seco é iniciado quando as uvas são esmagadas e a parte do açúcar das uvas é transformado em álcool. Ao fim, é possível encontrar apenas uma quantidade residual de açúcar, e é esse teor de glicose que determinará a sua classificação; até quatro gramas por litro, a bebida será classificada como seca.


Alguns alimentos que combinam com o vinho seco são: carnes vermelhas grelhadas ou assadas, frango assado ou cozido, pizza, bacalhau, molhos leves, risotos mais simples, queijos não curados e mais.


MERLOT


Um dos vinhos secos mais conhecidos e consumidos no Brasil, é o MERLOT, além de ser amplamente cultivado em território nacional, agrada desde os novos entusiastas, até os amantes do vinho de longa data. Algumas de suas principais características no país são: aromas delicados, frutado, porém evidenciando frutas frescas e mais ácidas, como o morango ou as framboesas, taninos firmes e acidez marcante, porém não agressiva.


VINHO BRANCO


Com sabor frutado e a cor dourada, o vinho branco pode ser produzido tanto a partir de uvas brancas, como negras, desde que o mosto seja separado da película o quanto antes, para evitar a passagem da matéria corante, e igual o rose, deve ser servido gelado. É ideal para ser acompanhado de peixes e frutos do mar. Entre suas características, as principais são: acidez, leveza e a quase ausência de taninos.


A produção do vinho branco começa quando as uvas são esmagadas para que a pele se rompa e seja prensada. Após a prensagem, o mosto é transferido para os tanques de fermentação e a fermentação dos vinhos brancos ocorre a uma temperatura que varia de 12°C e 22°C. É feito em baixa temperatura para preservar a recrescência, o aroma e sabor frutado, e o processo pode levar de duas a quatro semanas.


ESPUMANTE


O espumante é o vinho com borbulhas, que conta com dois métodos de produção: charmat e champenoise, onde os mais tradicionais são os brancos. O espumante seco é ótimo para acompanhar petiscos e aperitivos, o espumante demi-seco vai tanto com frutos do mar, como com algumas sobremesas, por serem levemente adocicados, e o espumante doce deve acompanhar frutas, chocolates, panetones e outras pratos doces.


Os CHAMPENOISES nasceram de um erro na produção de vinhos tranquilo (que não possuem gás ou que não receberam inserção extra de álcool e/ou açúcar). Quando engarrafados, alguns vinhos iniciavam uma nova fermentação ao serem expostos a temperaturas mais altas, e suas garrafas explodiam. Com o passar dos anos, os vinicultores da região aprenderam a conduzir esta fermentação a ponto de criarem um produto novo, o que caracterizou a produção da região.


Já o CHARMAT surgiu da necessidade de chegar a um produto que se assemelhasse ao champagne, porém barateando o custo e aumentando a produção. O método permite que a segunda fermentação, onde se desenvolve o álcool e o gás carbônico, seja feita em tanques, e o líquido, quando engarrafado, já sem as leveduras, não fermente na garrafa.


PRODUTOS PARA ABRIR E CONSERVAR VINHOS


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